segunda-feira, 16 de março de 2015

E se Hemingway fosse vivo?

"Se Hemingway estivesse a escrever agora não estaria a fazê-lo em Paris, Berlim ou Madrid - hoje invadidas por grandes empresas, desumanas máquinas americanas de 'fazer dinheiro'. Mas não Lisboa - não há um Burguer King ou um McDonald's em cada esquina, nem um Hollister ou Abercrombie à vista, e continua teimosa e orgulhosamente agarrada a si mesma. 

Hemingway estaria a escrever em Lisboa. 

A festa de Hemingway, a sua cidade de luzes e sons, continua a existir. Mudou apenas um pouco mais para Sul e só isso. Esqueçam os modernos Champs D'Elysees - o escritor andaria a passear na longa, gloriosa e luxuriante Avenida da Liberdade (...), a desfrutar das luzes e do rodopio sonoro da cidade de Lisboa.

Há um tremendo fluxo artístico aqui, que continua a crescer a uma velocidade sem precedente. Algumas das maiores mentes artísticas da próxima geração encontram-se e socializam por aqui, partilhando inspirações e produzindo grandes obras.

O próximo grande romance americano? Bem, pode mesmo vir a ser escrito em Lisboa."

Assim se pode ler num artigo recente publicado por Eric Macklin no site Elevated Today.
Concordam? 
Hemingway ficaria fascinado com a Lisboa de hoje? Escreveria aqui os seus maravilhosos romances? 



"If Hemingway were writing now, he wouldn’t be writing in Paris or Berlin or Madrid- they have been overrun by corporations, by soulless American machines that are doing their best to “monetize”. But not Lisbon- there is not a Burger King or a McDonald’s on every street corner, not a Hollister or an Abercrombie in sight, and it has stubbornly and proudly hung on to itself.

He would be writing in Lisbon.

Hemingway’s movable feast, his city of lights and sound- it’s still here. It’s just moved a bit south, that’s all. Forget the trendy Champs D’Elysees- he would have walked down the long, gloriously leafy promenade of the Avenida da Liberdade (which is, I am told, actually wider than the famous French boulevard), enjoying the sights and whirling sounds of the city of Lisbon.

There is a huge influx of art here, and it is growing at an unprecedented rate. Some of the next generation’s greatest artistic minds are meeting and mingling here, sharing inspiration and producing their own great works.

The next great American novel? Well… it just might be written in Portugal
."

Leia o artigo completo aqui

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