quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

In Se Não Agora Quando


– Na minha terra, havia poucos relógios. Havia um no campanário, mas estava parado há não sei quantos anos, talvez desde a revolução: eu nunca o vi andar, e já o meu pai dizia que ele também não. Nem mesmo o sineiro tinha relógio.

Sem comentários:

Publicar um comentário