quinta-feira, 11 de setembro de 2014

O Pullitzer 2014 chegou a Portugal. Está aí «O Pintassilgo» de Donna Tartt

O Pintassilgo
Prémio Pulitzer 2014


Sinopse: Theo Decker, um adolescente de 13 anos, vive em Nova Iorque com a mãe com quem partilha uma relação muito próxima e que é a figura parental única, após a separação dos pais pouco antes do trágico acontecimento que dá início a este romance. Theo sobrevive inexplicavelmente ao acidente em que a mãe morre, no dia em que visitavam o Metropolitan Museum. Abandonado pelo pai, Theo é levado para casa da família de um amigo rico. Mas Theo tem dificuldade em se adaptar à sua nova vida em Park Avenue, e sente a falta da mãe como uma dor intolerável. É neste contexto que uma pequena e misteriosa pintura que ela lhe tinha revelado no dia em que morreu se vai impondo a Theo como uma obsessão. E será essa pintura que finalmente, já adulto, o conduzirá a entrar no submundo do crime.

O Pintassilgo, vencedor do Prémio Pulitzer 2014, é um livro poderoso sobre amor e perda, sobrevivência e capacidade de nos reinventarmos.. Uma brilhante odisseia através da América dos nossos dias, onde o suspense e a arte são dois elementos decisivos para agarrar o leitor.

- O melhor livro do ano 2013 na Amazon.com
- Um dos dez melhores livros de 2013, pelo The New York Times

P.V.P.: 28.80 €
Data de Edição: 2014
Nº de Páginas: 896
Editora: Editorial Presença


Prémios
- Prémio Pullitzer, 2014
- Andrew Carnegie Medal for Excellence in Fiction, 2014

Citações
«Uma obra-prima.» | The Times
«O Pintassilgo é um daqueles livros raros que aparecem uma meia dúzia de vezes por década; um magnífico romance literário capaz de tocar tanto o coração como a mente… Donna Tartt criou uma extraordinária obra de ficção. » | Stephen King, The New York Times Book Review
«Uma obra surpreendente… Se alguém perdeu o gosto pela leitura, irá reencontrá-lo com O Pintassilgo.» | The Guardian
«Deslumbrante… [Um] romance poderoso na linha de Dickens, que reúne os notáveis talentos narrativos de Donna Tartt numa sinfonia arrebatadora, lembrando ao leitor o prazer de ficar acordado durante toda a noite a ler.» | The New York Times

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