terça-feira, 13 de maio de 2014

É do borogodó: PaSsAtEmPo!

Eu já contei aqui no Clube como foi que inventei a "Incrível História do Menino que Não Queria Cortar o Cabelo" - http://www.blogclubedeleitores.com/2014/04/e-do-borogodo-uma-incrivel-historia.html. Pois bem, agora é hora de saber dos leitores qual a história de infância mais sujismunda e engraçada que vos aconteceu.


A história mais votada ganhará um exemplar do livro autografado por mim, sem chulé e sem baratas, mas com imenso abraço aqui do Brasil!

Conte para nós uma meleca bem simpática nos comentários desta postagem.

E beijinhos a todos!  

Penélope Martins

  

Para participar:  

basta responder ao desafio da Penélope: "qual a história de infância mais sujismunda e engraçada que vos aconteceu"


As melhores respostas enviadas em comentário a este post (tanto aqui no blog, como na página do facebook ou ainda no grupo) vão a uma finalíssima de 3 dias a ser votada pelos membros do blog e seguidores.

O envio das frases deve ser feito até Terça-feira, dia 20 de Maio. Nos dias seguintes, anunciaremos as respostas que vão seguir para a finalíssima.

Boa sorte!

10 comentários:

  1. A história de infância mais engraçada e sujismunda que me aconteceu foi brincar tardes a fio com o meu melhor amigo nos formigueiros, enterrando e desenterrando as formigas e rebolando na terra ;)

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  2. A história de infância mais engraçada e sujismunda que me aconteceu foi comer (mascar) pastilha elástica, escondê-la debaixo das mesas e a cada dia que passava ir lá buscá-la, voltar a mastigar e voltar a colar a pastilha na mesa, para não ficar sem a minha queridinha pastilha que eu tanto gostava. Como é que eu aguentava tanta mastigadela? Punha açúcar com a pastilha e vá lá: todos os dias estava como nova. :)

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    1. eca, Paula!!! esta amizade elástica com a pastilha é mesmo muito-muito babosa. :P

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  3. A história de infância mais engraçada e sujismunda que me aconteceu foi brincar uma tarde num prédio de 1 andares em Lobito/Angola com outros miúdos/as a lançar um gato de pernas para o ar (anormal/normal para a idade) para ver como ele caia e caia sempre de patas para baixo e ao chegar ao solo, ...e depois fugiam a sete patas (pudera)!!!!

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  4. Lembro que na minha infância, apreciava todos os bichos que voavam. Também queria ser VOAdor, ter asas e ser leve. As borboletas eram os bichos mais leves que conhecia. Bichos premiados, por exibirem tanta beleza com suas asas multicolores. Numa tarde de sol, passei o tempo caçando borboletas e guardando-as num garrafão de vidro. Trouxe toda aquela beleza de pouco mais de uma dúzia de borboletas para casa. Mostrei aquele feito extraordinário à minha mãe e ela enfurecida me sovou, por tamanha asneira de prender bichos tão inofensivos. Aprendi a respeitar a beleza da natureza e o princípio da sua liberdade. Com o tempo descobri a minha missão, sou artista, crio. É uma das maiores virtudes criar, respirar arte, porque na arte podemos ser sempre LIVRES.

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  5. poder ser livre. isso me fez pensar em tantas coisas, Paulo. inclusive sobre o que é arte. obrigada pelas borboletas!

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  6. A história de infância mais sujismunda e engraçada que me aconteceu foi eu e os meus amigos procurar-mos por minhocas e parti-las ao meio só para ver que elas continuavam a mexer-se em ambas as partes! :|
    Horrível eu sei e não faço ideia de como era capaz! :/

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