terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Renato Carreira e o seu livro: «Os filhos da Revolução»


Depois de umas experiências positivas com edições convencionais, é o primeiro romance que edito em formato autopublicado (com edição digital e em papel).

Depois de ter começado por vendê-lo, decidi torná-lo gratuito porque aceitei que não enriqueceria com ele e por achar que ser lido é mais importante do que juntar meia dúzia de euros das vendas.

É uma espécie de fábula contemporânea, se pudermos chamar-lhe assim, sobre um período agitado a nível político e económico num país que por acaso é o nosso, visto do ponto de vista de alguém que se envolve nessa agitação de forma completamente arbitrária e sem quaisquer nobreza de intenções ou de carácter.

*Renato Carreira

Num momento de invulgar consciência política, Júlio Mourão, dramaturgo falhado, escreve uma peça com mensagem e vende-a pela fama e fortuna a que sempre aspirou secretamente. Corroído por um remorso vago, quase nem percebe como uma simples travessia do Rossio o transforma num ícone revolucionário suficientemente vazio de conteúdo para inspirar multidões. 

Num país à beira do colapso, a contestação inevitável segue um rumo estranho, gravitando à volta de um líder contrariado que nem sequer se consegue liderar a si próprio.

“Os Filhos da Revolução é um romance sobre um país desiludido consigo mesmo.”

Renato Carreira nasceu no planeta Terra no final do segundo milénio contado a partir do nascimento de Jesus Cristo. Até à data, ninguém o considera messias de qualquer religião, mas mantém as esperanças. Enquanto não lhe é reconhecida veia messiânica, vai-se ocupando como pode. Mantém o e-zine satírico inÉpcia desde 2001 e, ao longo da década, conseguiu enchê-lo com palavras suficientes para alimentar duas compilações em papel. Escreveu também História de Portugal – Director's Cut, relatando a história portuguesa desde os antecedentes da nacionalidade até aos nossos dias de uma forma que não seria aprovada por nenhum historiador digno do nome. O Fim Chega Numa Manhã de Nevoeiro foi o seu segundo romance. O primeiro, contendo uma fórmula infalível para tornar Portugal um país rico e desenvolvido, está fechado a sete chaves e só será publicado mil anos depois da sua morte. Em 2013, mandou interromper a crise durante 3 minutos para publicar "Os Filhos da Revolução".

Toda a informação acima retirada de: https://www.smashwords.com/books/view/309892
Consulte o site do escritor: http://renatocarreira.com/

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