domingo, 2 de fevereiro de 2014

Cronicando pela Ásia... manhã em Luang Prabang

Luang Prabang,
06 e 07 de Maio 2009

Luang Prabang - lugar mágico onde aterrei. Ainda havia sol quando cheguei à Guest House. Um sítio muito pacato e acolhedor, com umas camas de rede na varanda. Depois de pousar a tralha e tomar um banho, saio para jantar. A cidade tem forte presença francesa e isso revela-se na arquitectura e gastronomia.

Fui ao bar Jungle beber algo e às 23.30h em ponto, tenho a confirmação daquilo que já suspeitava: o Laos tem recolher obrigatório. O bar era mesmo uma selva, com plantas exuberantes e muito bambu. Super bem decorado e com bom ambiente. 

Nada a fazer. A luz desapareceu das ruas, permanecendo apenas na avenida principal. Ainda espreitei o Chelsea-Barcelona que passava numa tv de um hostel e segui para a cama. 




Acordei cedo e começo a caminhar. Como pode o país mais pobre da Ásia ter uma cidade fantástica? Além da presença francesa, conserva imensos templos Budistas. E são dos mais antigos do mundo. Não é em vão que Luang Prabang é património mundial da Unesco. Percebe-se bem pelas fotos que tiro.












Entro em templos milenares. O respeito aqui parece mais cerimonial. Em qualquer templo Budista temos que nos descalçar. Na minha caminhada, entro em tudo o que vejo. Os olhos têm alguma dificuldade em acompanhar tantos pormenores. As paredes retratam a vida de Buda e os seus ensinamentos.


O almoço está perto. Regresso a casa e planeio a visita a uma cascata ali perto. Mal sabia que ia voltar uma vez mais ao paraíso... 

Rodrigo Ferrão 

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