segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

in Coisas que Nunca Aconteceriam em Tóquio


Sim, exacto, se se viaja para África há que ler Kapuscinski; se se viaja para a Austrália, Chatwin; se se viaja para a Patagónia, Sepúlveda; e se se viaja para o Afeganistão, Asne Sierstad, só para citar alguns... e se se viaja para onde quer que seja, As Cidades Invisíveis de Italo Calvino, não acha? É o livro fundamental do viajante. E não só do que percorre mares e continentes. Porque se pode viajar de muitas maneiras. De ideia em ideia. De livro em livro. De um ventre de mulher para outro ventre de mulher... Não se ria. Há um mundo desconhecido em cada pele e em cada olhar.

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