sábado, 30 de novembro de 2013

Quem é a Filipa?

Filipa Fonseca Silva. O nome talvez ainda não seja reconhecível à primeira. Mas se lhe falar da primeira autora portuguesa que entrou para o Top 100 dos livros da Amazon recordar-se-á certamente de ter lido, ouvido ou visto na televisão qualquer coisa sobre isso.Mas quem é então a Filipa, a autora de "Os Trinta - Nada é como sonhámos"?

No Facebook, onde a sua página oficial já leva quase 7.000 amigos, ela apresenta-se assim:
"Filipa Fonseca Silva nasceu em Junho de 1979 no Barreiro, Portugal. Tem uma licenciatura em Comunicação Social e Cultural pela Universidade Católica e trabalha como redactora publicitária desde 2004.
O seu sonho é ser escritora a tempo inteiro e espalhar estórias inesquecíveis por esse mundo fora. Além de escrever, adora pintar, coleccionar sapatos e comer melancia.
Vive em Lisboa com o marido, o filho e o gato Gucci.
"

Diz ter como interesses a ecologia, o bodyboard e o yoga - e a sua marca favorita é a Dior. A 5 de Novembro, o dia preciso em que atingia tão espantoso patamar literário, escrevia isto num dos seus blogs: "It's something no other Portuguese author has ever accomplished, not even the Nobel Prize José Saramago and other great authors I look up to".
Traduzido, algo como isto: "É algo que nenhum outro autor português alguma vez conseguiu, nem sequer o Nobel José Saramago e outros grandes autores que admiro". (in pipaswonderland.blogspot.pt)

Já no blog cronicasdumafashionvictim.blogspot.pt, digamos que a versão portuguesa do Pipa's Wonderland, fez recentemente uma resenha para os incautos sobre o que se pode esperar (e não esperar) do blog.

"O que esperar:
1) uma boa dose de esquizofrenia:  tanto falo de moda, como de futebol, de arte ou do estado da Nação. Não sou especialista em qualquer destas áreas, mas quando um assunto me desperta interesse, gosto de partilhá-lo e dar a minha opinião.

2) um blog pessoal: sou totalmente responsável pelo que escrevo, mas devem ter em conta que são as minhas opiniões pessoais (nem sempre politicamente correctas), que partilho ao abrigo do direito constitucional à liberdade de expressão.
3) um blog de uma mãe: é inevitável partilhar uma das partes mais importantes da minha vida, algo que faço na rubrica "Coisas que aprendi depois de ser mãe (e que ninguém nos conta)". Se não têm paciência para esta temática, não leiam os posts com este título. Embora sejam muito divertidos, mesmo para quem nunca viveu essa experiência (digo eu, mas sou suspeita).

4) um blog onde a ficção se cruza com a realidade, mesmo nos textos mais literários.
5) notícias sobre novas publicações: sim, quando tiver novos livros ou eventos que considere interessantes para os meus leitores, vou divulgá-los aqui.
6) vários posts sobre as minhas preocupações humanitárias e ambientais, porque acredito que toda a gente faz a diferença e se, com algum dos meus textos, conseguir convencer nem que seja uma pessoa a abraçar uma certa causa, já fico muito feliz.

O que não esperar:
1) posts e actualizações diárias. Não vão encontrar fotografias do meu pequeno-almoço, nem relatos sobre as horas que passei no trânsito. Para isso utilizo as redes sociais. Aqui escrevo, em média, uma vez por semana, até porque sou apologista da grande máxima que é "se não tens o que dizer, fica calada". E também odeio estar sempre a receber newsletters.
2) Passatempos e promoções por tudo e por nada. Isto não é o Groupon. Claro que não digo que, uma vez ou outra, não venha a fazer um passatempo, desde que o prémio seja algo de que eu realmente goste.

3) Publicidade gratuita. Todas as marcas, designers, artistas e produtos de que falo no meu blog são coisas que eu admiro/consumo/gostava de ter. Adoro estar a par das novidades e se alguém quiser apresentar-me um novo produto, terei todo o gosto em ficar a conhecer, mas só darei destaque neste blog se acreditar nele. Já me basta a minha profissão de publicitária onde tenho de falar de coisas com as quais nem sempre me identifico.
4) Um blog que agrada a gregos e troianos. Sei que vou escrever coisas que algumas pessoas vão adorar e outras vão odiar. É inevitável. Mas desde que escreva coisas que despertem a curiosidade e que façam os leitores dar o seu tempo por bem gasto (mesmo que não concordem com a minha opinião), sinto que o meu dever fica cumprido."

Alguém já leu o bestseller "Os Trinta - Nada é como sonhámos"?
O que acharam? Queremos saber a vossa opinião.

Enquanto ela chega e não chega, deixo-vos ainda mais uma pista para conhecer o percurso da Filipa: o vídeo que fez para conseguir o crowdfunding para traduzir este livro e fazê-lo chegar ao mercado anglo-saxónico.



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