terça-feira, 19 de novembro de 2013

É do borogodó: era uma vez

eis que trançam cabelos, muitos bolsos de levar coisas, vestidos leves e suspensórios,chapéus malucos e a aritmética do universo já faz zumbido nos ouvidos nossos. são tantas as estrelas do céu, já sabemos até com quanto pó de luar se faz uma porção de encantar. cantam fadas, torcem rabos de porquinhos no salão e a bruxa, toda enfeitada de saiote rodado, batom vermelho na boca imensa, só quer se divertir. cachimbo sopra. eis que somos todos crianças na melhor forma de subir em árvore, até mesmo a avó. eis que somos incontroláveis, inesgotáveis, incompreensíveis, insubstituíveis, inquietos de infinito para tudo imaginar.

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