sexta-feira, 23 de julho de 2010

Tanto ar, César Augusto Romão


Textos poéticos simples. Rectilíneos e medidos a uma escala pequena. Páginas em branco com poucas letras, mas muito conteúdo.

É assim a poesia de César Augusto Romão. Desconhecido para muitos, conhecido por mim no ano passado. Feito amigo, as letras unem!

"Já vivi tantos poentes,
como quantos dedos sujei,
ao cavar na terra
esta profunda incerteza
de não saber,
quantas metas
ainda terei que cumprir,
neste breve caminho
que é a vida."

Sem comentários:

Publicar um comentário